A caçada de Silas Karueu fez com que os deuses buscassem a justiça do Trovão para que Karueu fosse punido como um deus que matou outro. Este ouviu, mas seu veredito foi simples, "ele não é um deus, a lei não se aplica a ele". Os deuses ficaram apavorados, eles não podiam atacar Silas pois ele não podiam agir diretamente contra um mortal e a lei divina que proíbe um deus de lutar contra o outro não se aplicava a ele. Não restava opção, os deuses deveriam fugir e se esconder.
Com a ausência dos deuses orientando suas raças os descendentes dos heróis se tornaram muito vaidosos. Vasto se tornou um reino grande e poderoso onde as raças benignas disputavam entre si quem se desenvolvia mais. A arte, a tecnologia e a caçada de criaturas malignas eram os principais palcos dessa disputa. Cada nação vivia para se sobressair sobre a outra.
Então com o reino muito forte e com todos os regentes muito envaidecidos eles resolveram ignorar a lenda do duelo milenar e resolveram mandar cada qual um grande exercito contra o recém surgido dragão ao invés de procurar pelo campeões. Conduto os regentes não sabiam que o dragão não podia ser derrotado por ninguém alem dos campeões.
Assim sendo todos os exercitos enviados só servirão pra fortalecer o dragão e dar mais recursos a ele. O dragão, este sim conhecedor da lenda do duelo milenar, procurou então pelos campeões e os devorou deixando somente um para manter sua nvencibilidade. E assim o dragão sozinho destruiu cerca de metade dos exercitos do reino.
Felizmente um dos campeões não havia sido capturado e por 20 anos ele treinou para enfrentar o dragão. O campeão se preparou muito bem. Ele organizou as forças do reino e preparou um plano. Então ele atacou e quase conseguiu matar o dragão num golpe só, mas o dragão já tinha ficado forte demais e o derrotou.
Porem antes de morrer o campeão riu e o dragão antes de desferir o golpe final perguntou pq ele ria. E o campeão disse, pq eu matei seu trunfo antes de vir aqui te enfrentar. Um exercito esta cercando esse covil, vc esta ferido e não é mais invencivel. O dragão se enfureceu e matou o ultimo campeão.
Logo ele se viu cercado sendo bombardeado por todos os lados. Entretando mesmo ferido ele era muito esperto e conseguiu fugir.
Então galera, esse é um blog pra falar do cenário da nossa campanha de Pathfinder. O cenário é de minha própria autoria e a minha maior influência é o jogo Exalted.
sábado, 4 de junho de 2011
A ordem dos martires
Surgida no ano da esperança como uma das formas de apoiar os heróis para derrotar o 1º dragão. Após a vitória foi elevada a posição oficial no recem criado reino, Vasto. Por 1500 anos foi uma ordem conceituada e respeitada entre as raças, mas com a ausência da orientação dos deuses foram perdendo espaço pra manobras políticas e interesses pessoais que se erguiam no reino. Depois da derrota dos heróis para o 5º dragão e a subsequente guerra que veio após esse fato o reino se dividiu entre suas raças e a ordem foi dissolvida.
sábado, 7 de maio de 2011
O devorador de deuses
Silas Karueu era agora um poderoso feiticeiro com uma quantidade grande, mas limitada de energia divina. E graças a ela, que permitia que ele vivesse sem comer, ou dormir, ou qualquer coisa que os mortais precisam, viveu isolado. Ele se instalou em pandora e por centenas de anos criou itens mágicos e golens de forma obsessiva e compulsiva.
Porem seu poder divino era esgotável e assim que começou a sentir novamente as necessidades mortais ele percebeu que não poderia continuar a viver assim. Instintivamente ele sentiu que precisava ser adorado, pensou que isso resolveria seu problema e então elaborou um plano. Distribuiria sua obra por todo o reino e assim seria adorado através dela.
E seu plano foi muito bem sucedido, logo o nome de Silas estava na mente de todos os estudiosos vinculados a tecnologia e pouco depois de todas as pessoas. Seus itens maravilhosos ajudavam nas mais diversas tarefas e seus golens eram uma mão de obra indispensável nas atividades mais perigosas. Se tornou ele próprio um conselheiro do reino e criou uma serie de portais ligando as cidade.
Com isso seu poder de fato cresceu muito, contudo mesmo assumindo o conceito da tecnologia e sendo adorado suas necessidades mortais continuavam crescendo e sua idade avançando. E num surto de brilhantismo e loucura ele deve uma idéia, ele precisava de mais sangue divino pra se sustentar.
Ele então se preparou, se armou com os melhores itens e usou de um ritual de Solo Karueu para convocar Ivintide, um deus maligno menor. E assim que este apareceu Silas começou a ataca-lo. Mesmo sendo um deus Ivintide estava bem enfraquecido pelo ascensão da bondade nos reinos um combate de proporções épicas teve inicio.
O combate durou dias e transformou uma enorme área do continente num deserto. Durante o combate Ivintide destruir por diversas vezes o corpo de Silas, mas este sempre transferia sua consciência para outro corpo. Por fim Silas, graças a seus enormes recursos, ganhou. Ivintide teve todo o sangue sugado, seu corpo foi despedaçado e seus todos os restos, dos corpos de Silas e dele, foram jogados no grande rio.
Silas Karueu então ganhou muito mais do que esperava. Alem do superação de quaisquer necessidades mortais ele ganhou quase todo o poder de Ivintide. A obsessão por poder presente no sangue de Solo Karueu então se fez presente e dominou os desejos de Silas. Nesse momento ele adquiriu uma nova compulsão, comer deuses.
Porem seu poder divino era esgotável e assim que começou a sentir novamente as necessidades mortais ele percebeu que não poderia continuar a viver assim. Instintivamente ele sentiu que precisava ser adorado, pensou que isso resolveria seu problema e então elaborou um plano. Distribuiria sua obra por todo o reino e assim seria adorado através dela.
E seu plano foi muito bem sucedido, logo o nome de Silas estava na mente de todos os estudiosos vinculados a tecnologia e pouco depois de todas as pessoas. Seus itens maravilhosos ajudavam nas mais diversas tarefas e seus golens eram uma mão de obra indispensável nas atividades mais perigosas. Se tornou ele próprio um conselheiro do reino e criou uma serie de portais ligando as cidade.
Com isso seu poder de fato cresceu muito, contudo mesmo assumindo o conceito da tecnologia e sendo adorado suas necessidades mortais continuavam crescendo e sua idade avançando. E num surto de brilhantismo e loucura ele deve uma idéia, ele precisava de mais sangue divino pra se sustentar.
Ele então se preparou, se armou com os melhores itens e usou de um ritual de Solo Karueu para convocar Ivintide, um deus maligno menor. E assim que este apareceu Silas começou a ataca-lo. Mesmo sendo um deus Ivintide estava bem enfraquecido pelo ascensão da bondade nos reinos um combate de proporções épicas teve inicio.
O combate durou dias e transformou uma enorme área do continente num deserto. Durante o combate Ivintide destruir por diversas vezes o corpo de Silas, mas este sempre transferia sua consciência para outro corpo. Por fim Silas, graças a seus enormes recursos, ganhou. Ivintide teve todo o sangue sugado, seu corpo foi despedaçado e seus todos os restos, dos corpos de Silas e dele, foram jogados no grande rio.
Silas Karueu então ganhou muito mais do que esperava. Alem do superação de quaisquer necessidades mortais ele ganhou quase todo o poder de Ivintide. A obsessão por poder presente no sangue de Solo Karueu então se fez presente e dominou os desejos de Silas. Nesse momento ele adquiriu uma nova compulsão, comer deuses.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Comentarios sobre a seção de 03/05
Na verdade eu achava que todos iriam lutar com o exercito ou dariam um jeito de impedir o Tiras, mas agora parando pra pensar eu acho que o Chewbaca foi só um puta rouba frag. Se os orcs não tivessem fugido o tiras não ia nem passar perto de ficar sem pvs. Ia ser como o minotauro com os refens só pra ele regenerar o life. Tudo bem, tinham os magos, mas na vontade o machado protegia o tiras, na fortitude ele é tora e no reflexo ele tomava no peito.
Daonlath, a cidade da tecnologia e seu mais ilustre filho
Depois da vitória sobre o dragão as raças criaram um governo único. Em vinte anos, com a ajuda dos heróis, tomaram o controle de todo o continente. Se estabeleceram em Eru, uma cidade construída para tal e batizaram o nome da aliança dos reinos de Vasto.
Um fato que determinou os primeiros governos de Vasto foi a lição aprendida com a guerra da esperança. E eles investiram forte em desenvolver os meios de transporte e comunicação. Desse esforço conjunto entre as raças se desenvolveu o adestramento de animais, os veículos de transporte, o mapeamento do reino e a construção de estradas e pontes.
Uma cidade se destacou nesse cenário, Daonlath. Basicamente foi criado lá um centro de conhecimentos e por todos os investimentos, a localização privilegiada em termos de acesso a matérias primas, ela logo se tornou muito movimentada e assim se estruturou uma grande cidade em torno desse centro.
Cerca de 100 anos de sua fundação nasceu Silas Ardong, um Gnomo da talentosa comunidade dessa raça que se estabeleceu na cidade. Ele logo se destacou de seus parentes e começou a trabalhar num ramo de pesquisa sobre tecnomagia. Chegou até a alguns bons resultados mas somente para entretenimento.
Acreditando que conseguiria criar mão de obra incansável como os golens de Solo Karueu ele foi até a ainda deserta ruína de Pandora. Foi com uma comitiva grande, mas praticamente todos foram dizimados pelas defesas mágicas da cidade e seus enigmas. Em pouco tempo só restava Silas, mas com habilidade e sorte ele conseguiu dominar os sistemas de defesa e transitar pela cidade.
Depois de vascular cuidadosamente a cidade Silas achou um laboratório e nele uma quantidade grande de sangue. Pesquisando descobriu sobre a projeto inacabado de Solo Karueu sobre a magia através do sangue. Então, em parte por curiosidade em parte por achar que de alguma forma esse poder poderia lhe ajudar, Silas bebeu todo o sangue.
Por ser uma versão mais pura e em grande quantidade o sangue divino de Solo envenenou de forma brutal Silas. Ele ficou meses, alucinando e se contorcendo em dor, não podia morrer pois Karueu era imortal e devido a quantidade ingerido Silas também se tornou, pelo menos temporariamente.
Após esse longo período de sofrimento Silas conseguiu domar o poder do sangue. Contudo ele nunca mais seria o mesmo. De alguma forma a personalidade dele agora estava fundida com as remanescências de Karueu no sangue. Ficou um tanto louco, mas conseguiu o poder e o conhecimento que queria para seus projetos. O problema era que agora os antigos projetos não interessavam mais a essa nova entidade que se autodenominou Silas Karueu.
Um fato que determinou os primeiros governos de Vasto foi a lição aprendida com a guerra da esperança. E eles investiram forte em desenvolver os meios de transporte e comunicação. Desse esforço conjunto entre as raças se desenvolveu o adestramento de animais, os veículos de transporte, o mapeamento do reino e a construção de estradas e pontes.
Uma cidade se destacou nesse cenário, Daonlath. Basicamente foi criado lá um centro de conhecimentos e por todos os investimentos, a localização privilegiada em termos de acesso a matérias primas, ela logo se tornou muito movimentada e assim se estruturou uma grande cidade em torno desse centro.
Cerca de 100 anos de sua fundação nasceu Silas Ardong, um Gnomo da talentosa comunidade dessa raça que se estabeleceu na cidade. Ele logo se destacou de seus parentes e começou a trabalhar num ramo de pesquisa sobre tecnomagia. Chegou até a alguns bons resultados mas somente para entretenimento.
Acreditando que conseguiria criar mão de obra incansável como os golens de Solo Karueu ele foi até a ainda deserta ruína de Pandora. Foi com uma comitiva grande, mas praticamente todos foram dizimados pelas defesas mágicas da cidade e seus enigmas. Em pouco tempo só restava Silas, mas com habilidade e sorte ele conseguiu dominar os sistemas de defesa e transitar pela cidade.
Depois de vascular cuidadosamente a cidade Silas achou um laboratório e nele uma quantidade grande de sangue. Pesquisando descobriu sobre a projeto inacabado de Solo Karueu sobre a magia através do sangue. Então, em parte por curiosidade em parte por achar que de alguma forma esse poder poderia lhe ajudar, Silas bebeu todo o sangue.
Por ser uma versão mais pura e em grande quantidade o sangue divino de Solo envenenou de forma brutal Silas. Ele ficou meses, alucinando e se contorcendo em dor, não podia morrer pois Karueu era imortal e devido a quantidade ingerido Silas também se tornou, pelo menos temporariamente.
Após esse longo período de sofrimento Silas conseguiu domar o poder do sangue. Contudo ele nunca mais seria o mesmo. De alguma forma a personalidade dele agora estava fundida com as remanescências de Karueu no sangue. Ficou um tanto louco, mas conseguiu o poder e o conhecimento que queria para seus projetos. O problema era que agora os antigos projetos não interessavam mais a essa nova entidade que se autodenominou Silas Karueu.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A vitória da esperança
Com a vitória do dragão começou a primeira era do medo. Os deuses malignos estavam autorizados a agir de forma incisiva no mundo e os benignos obrigados a só observar. Foi um milênio de terror e agonia para as raças desses deuses. A maioria foi escravizada, uns tantos se adaptaram e alguns poucos se mantiveram fieis a seus princípios. O caos e a violência imperavam na maior parte do mundo.
Os benignos como única opção passaram a orientar seus seguidores e fizeram deles povos migratórios, sempre fugindo e tentando evitar o pior. As diversas raças se uniram para cada qual lidar melhor com os diversos ambientes para onde tinham que ir. Com isso os humanos, por sua própria característica adaptativa, foram a raça que acabou preponderando em número sobre as outras. E os benignos se tornaram muito bons na troca e no uso de informações para preservar seus fieis.
E finalmente chegou novamente o tempo do duelo. O dragão anterior chegou a vivo ao fim do milênio, mas por se achar invencível caiu diante da chegada no novo dragão, mais novo e mais forte. Os novos campeões benignos por sua natureza amaldiçoada logo foram descobertos e isolados. Contudo os benignos sabiam que simplesmente se unindo seus campeões não teriam chance. Eles, através de seus clérigos, esclareceram a importância do sucesso dos heróis e assim formaram a ordem dos mártires. Um grupo de bravos que serviam de intermediários entre os deuses, os povos e os escolhidos.
Um a um fatidicamente os mártires iam morrendo, mas levando os heróis a evitar o confronto com o dragão e a derrotar diversas outras lideranças malignas pelo mundo. Assim os heróis se fortaleceram e criaram um sentimento nos povos benignos. a esperança.
Um plano ousado então foi elaborado pelos deuses. Um grupo de talentosos mártires se disfarçou como os heróis e se deixaram ser encurralados. Lutaram bravamente, pois o dragão não podia suspeitar do engôdo, e foram todos mortos. Quando comemorava e esperava a aclamação divina de sua vitória os verdadeiros heróis apareceram e o atacaram de surpresa. Pego de guarda baixa e com a maior parte de seus recursos gastos no combate falso o dragão caiu.
A partir de então esse ano foi conhecido como o ano da esperança e ele ficou sendo o marco zero para uma nova era de paz e prosperidade para as raças benignas.
Os benignos como única opção passaram a orientar seus seguidores e fizeram deles povos migratórios, sempre fugindo e tentando evitar o pior. As diversas raças se uniram para cada qual lidar melhor com os diversos ambientes para onde tinham que ir. Com isso os humanos, por sua própria característica adaptativa, foram a raça que acabou preponderando em número sobre as outras. E os benignos se tornaram muito bons na troca e no uso de informações para preservar seus fieis.
E finalmente chegou novamente o tempo do duelo. O dragão anterior chegou a vivo ao fim do milênio, mas por se achar invencível caiu diante da chegada no novo dragão, mais novo e mais forte. Os novos campeões benignos por sua natureza amaldiçoada logo foram descobertos e isolados. Contudo os benignos sabiam que simplesmente se unindo seus campeões não teriam chance. Eles, através de seus clérigos, esclareceram a importância do sucesso dos heróis e assim formaram a ordem dos mártires. Um grupo de bravos que serviam de intermediários entre os deuses, os povos e os escolhidos.
Um a um fatidicamente os mártires iam morrendo, mas levando os heróis a evitar o confronto com o dragão e a derrotar diversas outras lideranças malignas pelo mundo. Assim os heróis se fortaleceram e criaram um sentimento nos povos benignos. a esperança.
Um plano ousado então foi elaborado pelos deuses. Um grupo de talentosos mártires se disfarçou como os heróis e se deixaram ser encurralados. Lutaram bravamente, pois o dragão não podia suspeitar do engôdo, e foram todos mortos. Quando comemorava e esperava a aclamação divina de sua vitória os verdadeiros heróis apareceram e o atacaram de surpresa. Pego de guarda baixa e com a maior parte de seus recursos gastos no combate falso o dragão caiu.
A partir de então esse ano foi conhecido como o ano da esperança e ele ficou sendo o marco zero para uma nova era de paz e prosperidade para as raças benignas.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
O erro que deu certo (comentário sobre a seção de 19/04)
Pois é, eu ia colocar vcs pra verem o esconderijo do dragão pelo "palantir", mas de fato o dragão não poderia ataca-los e eu estava esquecendo. Então foi até melhor ter sido um dos generais. Fiz meio por dó do loboh mas deu certo.
O campeão maligno, o dragão
Depois de perder os quatro primeiros duelos os deuses malignos perderam muito da devoção que recebiam. Por um lado algumas de suas raças adotaram posturas neutras para poder negociar com as raças benignas e por outro lado as raças que permaneciam malignas tiveram seus números diminuídos drasticamente por serem caçadas e mantidas a parte da economia.
Vendo que logo seriam suplantados de forma quase completa pelos outros deuses os malignos resolveram buscar na magia uma forma de virar o jogo a seu favor. Se aproveitando então da inveja no coração dos magos em relação aos feiticeiros e com promessas de poder, os malignos os seduziram e fizeram que eles desenvolvessem uma criatura que seria ao mesmo tempo poderosa e talentosa com magia.
Depois de muito estudo chegaram ao que seria uma versão mais fraca dos rituais de Solo Karueu. Por um lado tinham energia divina dos malignos e elemental do fogo a disposição, mas não energia mágica. Mas esse problema foi quase instantaneamente solucionado com uma idéia perversa que surgiu em todos os magos ao mesmo tempo, usar feiticeiros como ingrediente.
Uma caçada rápida e silenciosa foi feita no mundo todo e quase todos os feiticeiros foram capturados ou mortos. Os malignos então prepararam um grande caldeirão para o ritual, esse "caldeirão" ficou conhecido como o vulcão do sacrifício. O ritual foi executado em seu interior, dezenas de feiticeiros foram sacrificados e assim surgiu o ovo primordial. E desse ovo nasceu o primeiro dragão.
Depois de cerca de 400 anos quando chegou o primeiro duelo do dragão ele derrotou de forma avassaladora os campeões dos benignos. E assim depois de cinco mil anos de domínio do bem, o mal triunfou. A partir dai o poder e a influencia dos deuses malignos cresceu rapidamente até o próximo duelo.
Vendo que logo seriam suplantados de forma quase completa pelos outros deuses os malignos resolveram buscar na magia uma forma de virar o jogo a seu favor. Se aproveitando então da inveja no coração dos magos em relação aos feiticeiros e com promessas de poder, os malignos os seduziram e fizeram que eles desenvolvessem uma criatura que seria ao mesmo tempo poderosa e talentosa com magia.
Depois de muito estudo chegaram ao que seria uma versão mais fraca dos rituais de Solo Karueu. Por um lado tinham energia divina dos malignos e elemental do fogo a disposição, mas não energia mágica. Mas esse problema foi quase instantaneamente solucionado com uma idéia perversa que surgiu em todos os magos ao mesmo tempo, usar feiticeiros como ingrediente.
Uma caçada rápida e silenciosa foi feita no mundo todo e quase todos os feiticeiros foram capturados ou mortos. Os malignos então prepararam um grande caldeirão para o ritual, esse "caldeirão" ficou conhecido como o vulcão do sacrifício. O ritual foi executado em seu interior, dezenas de feiticeiros foram sacrificados e assim surgiu o ovo primordial. E desse ovo nasceu o primeiro dragão.
Depois de cerca de 400 anos quando chegou o primeiro duelo do dragão ele derrotou de forma avassaladora os campeões dos benignos. E assim depois de cinco mil anos de domínio do bem, o mal triunfou. A partir dai o poder e a influencia dos deuses malignos cresceu rapidamente até o próximo duelo.
sábado, 16 de abril de 2011
As influencias indireta dos deuses
Os deuses cada qual com o passar dos tempos se alinharam com os elementais de suas moradas e assim o celestes passaram a distribuir chuvas para beneficiar seus fieis com agua pura e fertilidade. Os solares por sua vez levavam luz para o mundo e enfraqueciam as criaturas malignas, principalmente os mortos-vivos.
Por outro lado os das profundezas geraram vulcões e terremotos para causar destruição e medo e por fim os lunares agitavam os mares e os temperamentos de todos sobre a superficie.
Por outro lado os das profundezas geraram vulcões e terremotos para causar destruição e medo e por fim os lunares agitavam os mares e os temperamentos de todos sobre a superficie.
Os feiticeiros
Ao se tornar um deus Solo Karueu fez algo único até então, ele fundiu seu próprio ser com a magia que manipulava. Muito mais que um conhecimento ela se tornou parte dele e ele passou a ser capaz de manipulá-la como um instinto de seu próprio sangue.
Paralelamente a criação de seu próprio artefato Solo começou a fazer testes com o seu sangue e viu que aqueles que o recebiam passavam a ter uma enorme afinidade com a magia mesmo sem entende-la. Então ele criou homúnculos de seu sangue e os lançou pelo mundo. Uma experiência simples, descobrir se e como as mais diversas raças desenvolveriam esse talento inato para magia.
Solo foi destruído, mas mesmo na atualidade seu projeto continua no mundo gerando feiticeiros. Todos descendentes da fusão de um homúnculo com alguma raça.
Paralelamente a criação de seu próprio artefato Solo começou a fazer testes com o seu sangue e viu que aqueles que o recebiam passavam a ter uma enorme afinidade com a magia mesmo sem entende-la. Então ele criou homúnculos de seu sangue e os lançou pelo mundo. Uma experiência simples, descobrir se e como as mais diversas raças desenvolveriam esse talento inato para magia.
Solo foi destruído, mas mesmo na atualidade seu projeto continua no mundo gerando feiticeiros. Todos descendentes da fusão de um homúnculo com alguma raça.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Os mortos vivos
Com a explosão do artefato todos em pandora e o próprio Solo Karueu foram pulverizados e uma essência de morte e imortalidade foi difundida por todo o mundo. Essa essência causou o que ficou conhecido como a grande praga. Basicamente essa essência, chamada de essência negativa, ressoava em cada ser que temia a morte e então ele ficava doente até se tornar um morto-vivo. Em cascata qualquer um ao temer se tornar um morto-vivo também era infectado. Um terrível ciclo vicioso se formou e com isso milhares morreram e se levantaram pelo mundo. As raças do mundo parecia condenadas.
Vendo que suas raças, e consequentemente sua fonte de devoção iam acabando rapidamente todos os deuses resolveram se unir. Tentaram eliminar a essência negativa, mas logo descobriram que ela era mais forte que eles próprios. Tentaram acabar com o medo da morte para assim evitar que a praga continuasse, porem isso acabava com a vontade dos seres que se tornavam vegetais, e não podiam rezar. E finalmente conseguiram uma solução, proteger a vontade das raças. Porem a única forma de fazer isso era partilhando sua própria essência com sua raça. Foi feito então um gigantesco ritual onde todos os deuses sacrificaram cerca de metade de seus poderes para que cada criatura inteligente tivesse um pouco deles em si.
A tática funcionou bem. Com a fagulha divina cada criatura que se mantivesse alinhada com um deus estava protegida da praga. Posteriormente os deuses bons conseguiram usar dessa fagulha pra expulsar a essência negativa e o deuses maus para controla-lá.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O grande fracasso de Solo Karueu
Solo criou então golens para fazer todo o trabalho braçal para ele. Com isso pandora cresceu rápida e vertiginosamente. Logo sua cidade resplandecia e brilhava a luzes mágicas. Todos desejavam viver em cidade tão impressionante, mas somente os mais ricos, influentes ou talentosos conseguiam esse direito. Por certa de 2 mil anos ela era a referência em magia e tecnologia para todo o mundo.
Como Solo não se importava com o resto do mundo, os duelos e quem o governava eram ignorados. Alguns vezes pandora chegou a ser atacada, mas serviu apenas para mostrar o poder absoluto de suas defesas. Por isso ele se manteve neutro em todas as guerras e disputas servindo somente como um mercador de conhecimento e itens.
Tanto poder chamou a atenção de um deus maligno que, assim como os mortais, resolveu encomendar uma arma para si. Solo ficou empolgadíssimo com a tarefa e misturando sua magia com o poder do próprio deus criaram o primeiro artefato, um item de poder absurdo.
Nesse momento o que eram diversos mais pequenos pontos negros na infinitude branca se tornaram uma grande mancha negra no céu. Os mortais ficaram aterrorizados, mas os deuses só queriam saber de conseguir seu próprio artefato. Solo por consequência trabalhou muito e forjou artefatos para diversos deuses, mas claro não sem antes cobrar o preço de ficar com um pouco do poder divino de cada deus para quem ele trabalhou.
Logo ele próprio se tornou um deus ao adaptar o ritual que o tornou imortal para imbuir nele poder divino recebido como pagamento. Em seguida ele resolveu criar um artefato para si próprio, um maior e mais poderoso que todos os outros já feitos, um que faria que ele tivesse o controle sobre a morte. Uniu então seu poder divino, seu conhecimento de imortalidade e fez o ritual de criação do artefato. Contudo algo deu muito errado. Assim que o artefato foi terminado ele explodiu e lançou o principio da imortalidade misturado com a morte por todo o mundo. Todos em Pandora morreram e uma praga que matava as pessoas e as ressuscitava como mortos-vivos se espalhou pelo mundo.
Por outro lado a infinitude branca praticamente apagou. Esse ultimo ritual roubou quase tudo o que sobrava dela. Restaram somente pouco pontos brilhantes no céu os quais podiam ser vistos somente a noite. E assim de um momento para o outro o mundo ficou escuro por metade do dia e se tornou um lugar perigoso para todos os seres vivos.
Como Solo não se importava com o resto do mundo, os duelos e quem o governava eram ignorados. Alguns vezes pandora chegou a ser atacada, mas serviu apenas para mostrar o poder absoluto de suas defesas. Por isso ele se manteve neutro em todas as guerras e disputas servindo somente como um mercador de conhecimento e itens.
Tanto poder chamou a atenção de um deus maligno que, assim como os mortais, resolveu encomendar uma arma para si. Solo ficou empolgadíssimo com a tarefa e misturando sua magia com o poder do próprio deus criaram o primeiro artefato, um item de poder absurdo.
Nesse momento o que eram diversos mais pequenos pontos negros na infinitude branca se tornaram uma grande mancha negra no céu. Os mortais ficaram aterrorizados, mas os deuses só queriam saber de conseguir seu próprio artefato. Solo por consequência trabalhou muito e forjou artefatos para diversos deuses, mas claro não sem antes cobrar o preço de ficar com um pouco do poder divino de cada deus para quem ele trabalhou.
Logo ele próprio se tornou um deus ao adaptar o ritual que o tornou imortal para imbuir nele poder divino recebido como pagamento. Em seguida ele resolveu criar um artefato para si próprio, um maior e mais poderoso que todos os outros já feitos, um que faria que ele tivesse o controle sobre a morte. Uniu então seu poder divino, seu conhecimento de imortalidade e fez o ritual de criação do artefato. Contudo algo deu muito errado. Assim que o artefato foi terminado ele explodiu e lançou o principio da imortalidade misturado com a morte por todo o mundo. Todos em Pandora morreram e uma praga que matava as pessoas e as ressuscitava como mortos-vivos se espalhou pelo mundo.
Por outro lado a infinitude branca praticamente apagou. Esse ultimo ritual roubou quase tudo o que sobrava dela. Restaram somente pouco pontos brilhantes no céu os quais podiam ser vistos somente a noite. E assim de um momento para o outro o mundo ficou escuro por metade do dia e se tornou um lugar perigoso para todos os seres vivos.
quinta-feira, 31 de março de 2011
O imortal e a difusão da magia
Chegando em idade avançada e vendo que seus estudos sobre a magia ainda eram quase tão grandes quanto a própria infinitude branca Solo Karueu passou a se dedicar a achar a imortalidade. Como maior gênio de toda a historia ele conseguiu. E o fez através de um ritual que o fundiu aos elementais e se tornou imortal.
A partir dai ele se focou totalmente a seus estudos sobre a magia. Criou centenas de magias, escreveu milhares de livros. Diversas raças foram até ele pedindo que ele os ensinasse magia. Ele se aproveitou de todas e fez exigências em recursos e mão de obra. Seu objetivo era construir uma cidade todo controlada por magia, onde tudo poderia ser obtido apenas com comandos.
Assim todo o conhecimento de magia se espalhou. Ele próprio construiu uma magnífica cidade que ele batizou de Pandora, as raças benignas criaram itens mágicos e as malignas desenvolveram bestas mágicas.
A partir dai ele se focou totalmente a seus estudos sobre a magia. Criou centenas de magias, escreveu milhares de livros. Diversas raças foram até ele pedindo que ele os ensinasse magia. Ele se aproveitou de todas e fez exigências em recursos e mão de obra. Seu objetivo era construir uma cidade todo controlada por magia, onde tudo poderia ser obtido apenas com comandos.
Assim todo o conhecimento de magia se espalhou. Ele próprio construiu uma magnífica cidade que ele batizou de Pandora, as raças benignas criaram itens mágicos e as malignas desenvolveram bestas mágicas.
A magia
Ainda no principio do mundo várias raças montaram civilizações para si. Desenvolveram linguagem escrita, o plantio, a caça, a pesca, a engenharia e dominaram a arte da forja, Tudo foi até bem rápido devido as graças divinas facilitando toda a obtenção de recursos. Logo uma raça muito versátil começou a se destacar, os humanos. De vida curta mais muito habilidosos eles ampliaram em muito os conhecimentos e as técnicas que existiam.
Eis então que surgiu um grande gênio entre os homens, seu nome era Solo Karueu. Ainda jovem convenceu a todos e montou a primeira casa de pesquisa do mundo. Logo ele desenvolveu e criou várias técnicas. Sua primeira grande criação foi a alquimia. Com a mistura de certos elementos ele conseguiu alguns efeitos extraordinários. Seu temperamento compulsivo e obsessivo fez com que ele explorasse cada mistura possível. Para aumentar suas possibilidade aprendeu o idioma dos elementais, literalmente por tentativa e erro. E assim perguntando do sentimentos dos elementos envolvidos na misturas levou a alquimia a seu ápice.
Nessas pesquisas um dia ele notou que acompanhadas de algumas palavras na linguagem dos elementais ele obteve um efeito diferente, mais que extraordinário, mágico. E novamente começou suas pesquisas de forma completamente intensa e obcecada. Logo ele desenvolveu um grande número de magias que ajudaram muito ao desenvolvimento da civilização humana. Mas o que ele não tinha notado era que a cada magia a infinitude branca ganhava um ponto negro.
Eis então que surgiu um grande gênio entre os homens, seu nome era Solo Karueu. Ainda jovem convenceu a todos e montou a primeira casa de pesquisa do mundo. Logo ele desenvolveu e criou várias técnicas. Sua primeira grande criação foi a alquimia. Com a mistura de certos elementos ele conseguiu alguns efeitos extraordinários. Seu temperamento compulsivo e obsessivo fez com que ele explorasse cada mistura possível. Para aumentar suas possibilidade aprendeu o idioma dos elementais, literalmente por tentativa e erro. E assim perguntando do sentimentos dos elementos envolvidos na misturas levou a alquimia a seu ápice.
Nessas pesquisas um dia ele notou que acompanhadas de algumas palavras na linguagem dos elementais ele obteve um efeito diferente, mais que extraordinário, mágico. E novamente começou suas pesquisas de forma completamente intensa e obcecada. Logo ele desenvolveu um grande número de magias que ajudaram muito ao desenvolvimento da civilização humana. Mas o que ele não tinha notado era que a cada magia a infinitude branca ganhava um ponto negro.
quarta-feira, 30 de março de 2011
A imortalidade e a maldição do escolhidos
Em sua primeira escolha Morpheus foi frustrado pois os deuses tomaram atitudes inesperadas, de um lado enviaram assassinos e do outro formaram uma gigantesca aliança. Morpheus ficou um tanto contrariado, não era assim que as coisas deveriam ser. Mas visto que assassinar na covardia seria natural dos malignos e se aliar ao máximo seria natural dos benignos o mais justo seria impedir estas ações dos dois lados. Pediu então ao trovão para tornar os escolhidos imortais a não ser para os outros escolhidos e amaldiçoá-los para que todos os que andassem em suas companhias morressem e assim foi feito.
Alem disso Morpheus se viu obrigado a atender uma solicitação dos malignos que seria escolher apenas uma criatura muito poderosa entre as malignas pois assim representaria-os melhor, já que os deuses malignos são poucos e muito poderosos. E desde os primeiros duelos foi assim, uma poderosa criatura maligna contra uma aliança de benignos.
Alem disso Morpheus se viu obrigado a atender uma solicitação dos malignos que seria escolher apenas uma criatura muito poderosa entre as malignas pois assim representaria-os melhor, já que os deuses malignos são poucos e muito poderosos. E desde os primeiros duelos foi assim, uma poderosa criatura maligna contra uma aliança de benignos.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Morpheus, o deus dos sonhos e dos destinados
Para cuidar desse duelo milenar um deus neutro foi eleito, seu nome era Morpheus e ele ganhou o conceito do destino. Ele seria o responsável por escolher os representantes de cada lado.
Para melhor julgar quem deveriam ser os escolhidos Morpheus resolveu entrar na mente de cada um dos indivíduos de cada raça e conhecer o que eles pensavam. Bem, parecia uma boa idéia, mas acabou não ajudando pois ele conhecia o que cada um pensava sobre seu dia a dia, e outras coisas que não importavam na escolha de quem deveria representar os deuses nesse duelo tão importante.
Morpheus teve então uma idéia, criar um mundo que ligasse todas as mentes dos seres em torno de seus desejos e lá todos viveriam momentos imaginários de todos os tipos, bons e ruins relacionados. Viveriam momentos de calma e violência, de prazer e dor e tudo mais que pudesse vir do conjunto das mentes de todos os seres. E assim surgiu o mundo dos sonhos e Morpheus pode escolher os campeões de cada lado para o primeiro duelo.
Para melhor julgar quem deveriam ser os escolhidos Morpheus resolveu entrar na mente de cada um dos indivíduos de cada raça e conhecer o que eles pensavam. Bem, parecia uma boa idéia, mas acabou não ajudando pois ele conhecia o que cada um pensava sobre seu dia a dia, e outras coisas que não importavam na escolha de quem deveria representar os deuses nesse duelo tão importante.
Morpheus teve então uma idéia, criar um mundo que ligasse todas as mentes dos seres em torno de seus desejos e lá todos viveriam momentos imaginários de todos os tipos, bons e ruins relacionados. Viveriam momentos de calma e violência, de prazer e dor e tudo mais que pudesse vir do conjunto das mentes de todos os seres. E assim surgiu o mundo dos sonhos e Morpheus pode escolher os campeões de cada lado para o primeiro duelo.
domingo, 27 de março de 2011
As moradas dos deuses, o sol e a lua.
Logo depois dessa proclamação as relações entre os deuses inimigos ficaram muito tensas. Era algo muito mais intenso que a antiga rivalidade entre os celestes e os profundos. Os deuses malignos se aproveitavam da ordem de não agressão para tentar manipular e espionar os outros.
A situação era tão critica que o trovão interviu novamente. Ele ordenou que os malignos passassem a residir nas entranhas da terra e os benignos nos céus. Contudo os deuses ordeiros e bons e os malignos e caóticos ficaram muito insatisfeitos de deixar suas moradas de origens.
Como ninguém poderia desafiar as ordens do trovão e conviver com seus opostos morais os aliados elementais de cada um desses grupos insatisfeitos resolveu criar um lugar para eles. Assim surgiu o sol, elementais da terra e do fogo, para ser morada dos deuses bons e ordeiros. E a lua de gelo, elementais da agua e do ar, para os deuses malignos e caóticos. E por fim os neutros em prol da justiça resolveram residir um em cada uma das moradas dos outros deuses.
A situação era tão critica que o trovão interviu novamente. Ele ordenou que os malignos passassem a residir nas entranhas da terra e os benignos nos céus. Contudo os deuses ordeiros e bons e os malignos e caóticos ficaram muito insatisfeitos de deixar suas moradas de origens.
Como ninguém poderia desafiar as ordens do trovão e conviver com seus opostos morais os aliados elementais de cada um desses grupos insatisfeitos resolveu criar um lugar para eles. Assim surgiu o sol, elementais da terra e do fogo, para ser morada dos deuses bons e ordeiros. E a lua de gelo, elementais da agua e do ar, para os deuses malignos e caóticos. E por fim os neutros em prol da justiça resolveram residir um em cada uma das moradas dos outros deuses.
sexta-feira, 25 de março de 2011
As primeiras guerras, o mal, o bem, a justiça e a tradição.
Com a disputa entre os deuses por obter mais adoração e se tornar o maior de todos começaram as guerras. Mas covardes e manipuladores como os deuses eram eles resolveram fazer seus fies brigarem uns com os outros, para destruir ou dominar os seguidores uns dos outros. E assim surgiram conceitos como a vingança, o ódio, a crueldade e por fim o mal.
Alguns poucos mas os mais imorais dos deuses assumiram esses conceitos e se tornaram poderosíssimos. Crescendo em poder pela própria influencia mesquinha de todos os deuses com seus seguidores, logo eles próprios foram contra seus antigos irmãos. Se vendo acuados e sem alternativa os deuses não malignos se uniram para sobreviver e dessa relação de confiança e dependência mútua nasceu os conceitos de companheirismo, compaixão, piedade e por fim o bem, que todos esses deuses abraçaram.
E o conflito do bem contra o mal teve inicio, a guerra era cada vez mais intensa e parecia que o mundo iria ser destruído. O Trovão então resolveu intervir, pois a ele não agradava que o mundo acabasse, e nem mesmo lhe agradava que ele não fosse mais adorado. Ele então concedeu poder a um pequeno grupo de deuses que não se envolveram na guerra e estes criaram os conceitos de neutralidade e justiça. Obrigou os dois lados a jurarem que assim como as raças os adoravam eles, os deuses, deveriam adoraria-lo. E para que eles pudessem determinar qual lado era mais forte haveria um duelo dos escolhidos de cada lado de mil e mil anos e o mundo pertenceria aos vitoriosos até o próximo duelo.
Alguns poucos mas os mais imorais dos deuses assumiram esses conceitos e se tornaram poderosíssimos. Crescendo em poder pela própria influencia mesquinha de todos os deuses com seus seguidores, logo eles próprios foram contra seus antigos irmãos. Se vendo acuados e sem alternativa os deuses não malignos se uniram para sobreviver e dessa relação de confiança e dependência mútua nasceu os conceitos de companheirismo, compaixão, piedade e por fim o bem, que todos esses deuses abraçaram.
E o conflito do bem contra o mal teve inicio, a guerra era cada vez mais intensa e parecia que o mundo iria ser destruído. O Trovão então resolveu intervir, pois a ele não agradava que o mundo acabasse, e nem mesmo lhe agradava que ele não fosse mais adorado. Ele então concedeu poder a um pequeno grupo de deuses que não se envolveram na guerra e estes criaram os conceitos de neutralidade e justiça. Obrigou os dois lados a jurarem que assim como as raças os adoravam eles, os deuses, deveriam adoraria-lo. E para que eles pudessem determinar qual lado era mais forte haveria um duelo dos escolhidos de cada lado de mil e mil anos e o mundo pertenceria aos vitoriosos até o próximo duelo.
A ecologia e os conceitos divinos
O fogo alem de gerar uma atração sobre tudo o que existe também possui um desejo enorme de consumir e se tornar maior. Esses desejos influenciaram todo o mundo. A madeira se alimenta da terra, os animais não predadores se alimentam da madeira e os animais predadores se alimentam dos não predadores. Por fim a terra se alimenta de todo e qualquer resto animal ou vegetal jogado ao chão.
Por outro lado os deuses foram influenciados pelo fogo na busca de poder. Dado um ponto onde haviam pouquíssimas fagulhas para criar novas raças os deuses começaram a tentar obter a adoração das raças de outros deuses. Para tanto eles passaram a assumir conceitos da vida das raças para assim atrai-las. E assim surgiram os domínios dos deuses. Os primeiros a fazer isso, deuses que não conseguiram criar sua própria raça, pegaram conceitos maiores e se destacaram.
Por outro lado os deuses foram influenciados pelo fogo na busca de poder. Dado um ponto onde haviam pouquíssimas fagulhas para criar novas raças os deuses começaram a tentar obter a adoração das raças de outros deuses. Para tanto eles passaram a assumir conceitos da vida das raças para assim atrai-las. E assim surgiram os domínios dos deuses. Os primeiros a fazer isso, deuses que não conseguiram criar sua própria raça, pegaram conceitos maiores e se destacaram.
Nerdcast sobre RPG
Caracas, eu ri por uma hora e meia, muito bom.
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-251-especial-rpg-o-bruxo-a-princesa-e-o-dragao/
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-251-especial-rpg-o-bruxo-a-princesa-e-o-dragao/
quarta-feira, 23 de março de 2011
A fé
As reverências das raças ao trovão o deixaram ainda mais poderoso e para manter essa fonte de poder o trovão passou a se exibir para as raças. Vendo que a adoração gerava resultados os elfos começaram a homenagear as nuvens e a madeira, os anões por sua vez aos metais e ao fogo. Assim como o trovão esses elementais também se fortaleceram e por sua vez começaram a conceder graças a essas raças.
Os deuses vendo isso resolveram cada qual orientar sua raça a reverência-los. Contudo o fortalecimento foi somente para o líder de cada facção. Os outros deuses resolveram então criar outras raças, uma pra cada, para que estas reverencia-sem a eles. E assim surgiram as primeiras religiões.
Os deuses vendo isso resolveram cada qual orientar sua raça a reverência-los. Contudo o fortalecimento foi somente para o líder de cada facção. Os outros deuses resolveram então criar outras raças, uma pra cada, para que estas reverencia-sem a eles. E assim surgiram as primeiras religiões.
terça-feira, 22 de março de 2011
A seção da duzia
O feiticeiro quase matou sem querer uma duzia de crianças.
O ranger achou meia duzia de armadilhas, metade antes de ativar, metade depois.
O paladino deitou meia duzia de aldeões
O clérigo jogou uma maldição de 50% de erro no minotauro, mas não adiantou na meia duzia de vezes dele.
O guerreiro matou por querer uma duzia de inocentes.
O ranger achou meia duzia de armadilhas, metade antes de ativar, metade depois.
O paladino deitou meia duzia de aldeões
O clérigo jogou uma maldição de 50% de erro no minotauro, mas não adiantou na meia duzia de vezes dele.
O guerreiro matou por querer uma duzia de inocentes.
Os deuses e as primeiras raças inteligentes
O mundo foi ficando tão grande e a poder de atração do fogo em seu interior tão intenso que então até mesmo os elementais do trovão, que nunca se importavam com nada, começaram a
ser atraidos. Ao chegar eles logo acharam nas nuvens e nos metais um lugar muito confortável para eles. Mas sua natureza inquieta fazia com que sempre ficassem pulando de um para o outro, do céu para a terra, da terra para o ceu. E da mistura com as nuvens e com os metais surgiram os primeiros seres inteligentes, os deuses. Eles eram divididos entre duas facções conforme sua origem, os dos céus e os das profundezas, o caos e a ordem. Como seu poder vinha dos elementais do trovão começou uma disputa eterna entre as facções para obter atrair o interesse destes e mante-los consigo.
ser atraidos. Ao chegar eles logo acharam nas nuvens e nos metais um lugar muito confortável para eles. Mas sua natureza inquieta fazia com que sempre ficassem pulando de um para o outro, do céu para a terra, da terra para o ceu. E da mistura com as nuvens e com os metais surgiram os primeiros seres inteligentes, os deuses. Eles eram divididos entre duas facções conforme sua origem, os dos céus e os das profundezas, o caos e a ordem. Como seu poder vinha dos elementais do trovão começou uma disputa eterna entre as facções para obter atrair o interesse destes e mante-los consigo.
Esses primeiros deuses resolveram criar suas próprias raças a partir dos animais para assim tentar ganhar a preferência do trovão. Os celestes criaram os elfos e os das profundezas os anões. Os deuses incentivaram essas raças para construir itens em homenagem ao trovão e assim surgiram o arco e o martelo, por um lado rápido por outro lado poderoso.
Os animais
A mais bem sucedida das uniões foi a da terra e da agua, que ao misturar suas personalidades de preservação e adaptabilidade criaram o elemental da madeira. Da união de outros elementais com a madeira surgiram os animais. Com a agua surgiram os peixes, com o ar os passaros, com a terra os repteis e com o fogo os mamiferos.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Começando
E ai galera, como prometido um blog pra falar do cenário da nossa campanha de pathfinder. E pra isso nada melhor que começar com a geneses.
A chama inicial
No começo existia a infinitude branca, e ela era repleta de elementais, mas eles estavam totalmente espalhados. Os elementais tinham mentes simples e ficavam vagando sem objetivo. Até que em um momento qualquer onde o tempo não fazia diferença três elementais se encontraram, o da terra, do ar e da trovão e surgiu assim o primeiro elemental do fogo.
O elemental do trovão, que é o mais rápido e egoista deles foi embora antes mesmo de ver o que aconteceu. Seguiu seu caminho sem olhar pra trás. Já o elemental da terra e do ar ficaram encantados com o novo elemental que era algo que veio deles, mas que não era eles. O fogo se alimentava tanto do ar como da terra, e de sua necessidade dos dois surgiu a atração. O fogo que também era bastardo do trovão, tinha um brilho parecido com o dele, mas não tão fugaz e com uma cor viva que fascinava tanto a terra e o ar. E por isso eles não queriam mais se separar dele e então eles resolveram não mais vagar.
O fogo era belo e imponente, e logo aquele brilho avermelhado foi chamando a atenção de outros elementais. E assim aos poucos vários elementais começaram a se unir aos três. Os elementais do trovão, mesmo sendo os mais rápidos, com suas naturezas individualistas e egoistas simplismente ignoraram o sol. Os do ar então foram os primeiro, e com a chegada de vários deles o fogo ficou cada fez mais intenso e mais brilhante. Os elementais da agua vieram depois, mais como o fogo era muito intenso eles se tornaram somente vapor mudando o tom do brilho do fogo de amarelo vivo para um vermelho quente. Por fim vieram os elementais mais lentos, os da terra. Eles foram entrando e formando um gigantesco núcleo.
Em grande quantidade os elementais da terra acabaram diminuindo a intensidade do fogo e assim a agua voltou a se tornar liquida. A combinação da agua com a terra foi muito intensa e deles surgiu os elementais da madeira. Com cada vez mais elementais de agua chegando e tomando quase toda a superficie o fogo não mais conseguia se manter e viu nas entranhas da terra a unica saida para não ser extinto. Dessa nova relação surgiram os elementais dos metais. E por fim com o recuo do fogo o ar e a agua criaram os elementais do gelo. E assim surgiu o mundo.
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