Silas Karueu era agora um poderoso feiticeiro com uma quantidade grande, mas limitada de energia divina. E graças a ela, que permitia que ele vivesse sem comer, ou dormir, ou qualquer coisa que os mortais precisam, viveu isolado. Ele se instalou em pandora e por centenas de anos criou itens mágicos e golens de forma obsessiva e compulsiva.
Porem seu poder divino era esgotável e assim que começou a sentir novamente as necessidades mortais ele percebeu que não poderia continuar a viver assim. Instintivamente ele sentiu que precisava ser adorado, pensou que isso resolveria seu problema e então elaborou um plano. Distribuiria sua obra por todo o reino e assim seria adorado através dela.
E seu plano foi muito bem sucedido, logo o nome de Silas estava na mente de todos os estudiosos vinculados a tecnologia e pouco depois de todas as pessoas. Seus itens maravilhosos ajudavam nas mais diversas tarefas e seus golens eram uma mão de obra indispensável nas atividades mais perigosas. Se tornou ele próprio um conselheiro do reino e criou uma serie de portais ligando as cidade.
Com isso seu poder de fato cresceu muito, contudo mesmo assumindo o conceito da tecnologia e sendo adorado suas necessidades mortais continuavam crescendo e sua idade avançando. E num surto de brilhantismo e loucura ele deve uma idéia, ele precisava de mais sangue divino pra se sustentar.
Ele então se preparou, se armou com os melhores itens e usou de um ritual de Solo Karueu para convocar Ivintide, um deus maligno menor. E assim que este apareceu Silas começou a ataca-lo. Mesmo sendo um deus Ivintide estava bem enfraquecido pelo ascensão da bondade nos reinos um combate de proporções épicas teve inicio.
O combate durou dias e transformou uma enorme área do continente num deserto. Durante o combate Ivintide destruir por diversas vezes o corpo de Silas, mas este sempre transferia sua consciência para outro corpo. Por fim Silas, graças a seus enormes recursos, ganhou. Ivintide teve todo o sangue sugado, seu corpo foi despedaçado e seus todos os restos, dos corpos de Silas e dele, foram jogados no grande rio.
Silas Karueu então ganhou muito mais do que esperava. Alem do superação de quaisquer necessidades mortais ele ganhou quase todo o poder de Ivintide. A obsessão por poder presente no sangue de Solo Karueu então se fez presente e dominou os desejos de Silas. Nesse momento ele adquiriu uma nova compulsão, comer deuses.
Então galera, esse é um blog pra falar do cenário da nossa campanha de Pathfinder. O cenário é de minha própria autoria e a minha maior influência é o jogo Exalted.
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Comentarios sobre a seção de 03/05
Na verdade eu achava que todos iriam lutar com o exercito ou dariam um jeito de impedir o Tiras, mas agora parando pra pensar eu acho que o Chewbaca foi só um puta rouba frag. Se os orcs não tivessem fugido o tiras não ia nem passar perto de ficar sem pvs. Ia ser como o minotauro com os refens só pra ele regenerar o life. Tudo bem, tinham os magos, mas na vontade o machado protegia o tiras, na fortitude ele é tora e no reflexo ele tomava no peito.
Daonlath, a cidade da tecnologia e seu mais ilustre filho
Depois da vitória sobre o dragão as raças criaram um governo único. Em vinte anos, com a ajuda dos heróis, tomaram o controle de todo o continente. Se estabeleceram em Eru, uma cidade construída para tal e batizaram o nome da aliança dos reinos de Vasto.
Um fato que determinou os primeiros governos de Vasto foi a lição aprendida com a guerra da esperança. E eles investiram forte em desenvolver os meios de transporte e comunicação. Desse esforço conjunto entre as raças se desenvolveu o adestramento de animais, os veículos de transporte, o mapeamento do reino e a construção de estradas e pontes.
Uma cidade se destacou nesse cenário, Daonlath. Basicamente foi criado lá um centro de conhecimentos e por todos os investimentos, a localização privilegiada em termos de acesso a matérias primas, ela logo se tornou muito movimentada e assim se estruturou uma grande cidade em torno desse centro.
Cerca de 100 anos de sua fundação nasceu Silas Ardong, um Gnomo da talentosa comunidade dessa raça que se estabeleceu na cidade. Ele logo se destacou de seus parentes e começou a trabalhar num ramo de pesquisa sobre tecnomagia. Chegou até a alguns bons resultados mas somente para entretenimento.
Acreditando que conseguiria criar mão de obra incansável como os golens de Solo Karueu ele foi até a ainda deserta ruína de Pandora. Foi com uma comitiva grande, mas praticamente todos foram dizimados pelas defesas mágicas da cidade e seus enigmas. Em pouco tempo só restava Silas, mas com habilidade e sorte ele conseguiu dominar os sistemas de defesa e transitar pela cidade.
Depois de vascular cuidadosamente a cidade Silas achou um laboratório e nele uma quantidade grande de sangue. Pesquisando descobriu sobre a projeto inacabado de Solo Karueu sobre a magia através do sangue. Então, em parte por curiosidade em parte por achar que de alguma forma esse poder poderia lhe ajudar, Silas bebeu todo o sangue.
Por ser uma versão mais pura e em grande quantidade o sangue divino de Solo envenenou de forma brutal Silas. Ele ficou meses, alucinando e se contorcendo em dor, não podia morrer pois Karueu era imortal e devido a quantidade ingerido Silas também se tornou, pelo menos temporariamente.
Após esse longo período de sofrimento Silas conseguiu domar o poder do sangue. Contudo ele nunca mais seria o mesmo. De alguma forma a personalidade dele agora estava fundida com as remanescências de Karueu no sangue. Ficou um tanto louco, mas conseguiu o poder e o conhecimento que queria para seus projetos. O problema era que agora os antigos projetos não interessavam mais a essa nova entidade que se autodenominou Silas Karueu.
Um fato que determinou os primeiros governos de Vasto foi a lição aprendida com a guerra da esperança. E eles investiram forte em desenvolver os meios de transporte e comunicação. Desse esforço conjunto entre as raças se desenvolveu o adestramento de animais, os veículos de transporte, o mapeamento do reino e a construção de estradas e pontes.
Uma cidade se destacou nesse cenário, Daonlath. Basicamente foi criado lá um centro de conhecimentos e por todos os investimentos, a localização privilegiada em termos de acesso a matérias primas, ela logo se tornou muito movimentada e assim se estruturou uma grande cidade em torno desse centro.
Cerca de 100 anos de sua fundação nasceu Silas Ardong, um Gnomo da talentosa comunidade dessa raça que se estabeleceu na cidade. Ele logo se destacou de seus parentes e começou a trabalhar num ramo de pesquisa sobre tecnomagia. Chegou até a alguns bons resultados mas somente para entretenimento.
Acreditando que conseguiria criar mão de obra incansável como os golens de Solo Karueu ele foi até a ainda deserta ruína de Pandora. Foi com uma comitiva grande, mas praticamente todos foram dizimados pelas defesas mágicas da cidade e seus enigmas. Em pouco tempo só restava Silas, mas com habilidade e sorte ele conseguiu dominar os sistemas de defesa e transitar pela cidade.
Depois de vascular cuidadosamente a cidade Silas achou um laboratório e nele uma quantidade grande de sangue. Pesquisando descobriu sobre a projeto inacabado de Solo Karueu sobre a magia através do sangue. Então, em parte por curiosidade em parte por achar que de alguma forma esse poder poderia lhe ajudar, Silas bebeu todo o sangue.
Por ser uma versão mais pura e em grande quantidade o sangue divino de Solo envenenou de forma brutal Silas. Ele ficou meses, alucinando e se contorcendo em dor, não podia morrer pois Karueu era imortal e devido a quantidade ingerido Silas também se tornou, pelo menos temporariamente.
Após esse longo período de sofrimento Silas conseguiu domar o poder do sangue. Contudo ele nunca mais seria o mesmo. De alguma forma a personalidade dele agora estava fundida com as remanescências de Karueu no sangue. Ficou um tanto louco, mas conseguiu o poder e o conhecimento que queria para seus projetos. O problema era que agora os antigos projetos não interessavam mais a essa nova entidade que se autodenominou Silas Karueu.
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